Acelerar para ganhar mercados


Acelerar para ganhar mercados

Já escrevemos sobre a quase comum ilusão a todas as startups: pensar que o início será glorioso. As grandes e mais disruptivas empresas da atualidade chegaram ao ápice com rapidez, sim. Mas isso não evitou que o processo demorasse alguns anos.

Entre o início animador, as quedas e a rápida ascensão depois de aprender a empreender em um mercado que destoa dos padrões, precisamos encarar com afinco algumas fases. Por isso, já falamos sobre incubar para dar o tiro certeiro. Agora, o assunto é acelerar para ganhar o mercado.

Uma aceleradora não é uma incubadora. Esse o ponto base. O objetivo é apoiar e investir no desenvolvimento e crescimento de startups, auxiliando na busca de investimentos e a alcançar o breakeven. Além disso, investe financeiramente para se tornar sócia do projeto.

Esse processo de aceleração, além de adiantar os rendimentos do negócio, diminui a taxa de mortalidade entre as startups. O oferecimento de conteúdos e acesso a rede de contatos é o grande propulsor desta medida de segurança no desenvolvimento do negócio.

As aceleradoras, geralmente, trabalham a ideia até a primeira versão do produto, para então chegar a escala das vendas. Segundo a Associação Brasileira de Empresas Aceleradoras de Inovação e Investimento, 266 empresas passaram pelos programas de aceleração brasileiros nos últimos três anos.

Assim, a diferença mais notável entre incubadoras e aceleradoras é que as primeiras geralmente estão ligadas a universidades, aumentando o tempo de permanência no processo e gerando maior valor de conhecimento. No entanto, ambos os processos se confundem. Assim, além de estratégia, trabalho e busca de mercado, a aceleração pode resumir-se também em investimento.

O grande desejo de todo startupeiro é o resultado imediato. Isso, no entanto, é quase impossível. Por isso, para evitar tempos de esperas maiores e encontrar mais rapidamente sua consolidação de marca, acelerar é uma boa alternativa.




Por
13/09/2017

Assessor de imprensa da Gramado Summit e autor de ficção da Faro Editorial. Iniciou sua carreira na comunicação em 2014, passando pelas editorias gerais antes de chegar à tecnologia.


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