Banco Neon: quem é Alan Chusid?


Banco Neon: quem é Alan Chusid?

Cada vez mais a tecnologia tem se tornado a principal ferramenta do mercado de economia. Os sistemas não só dão mais segurança para os dados, mas garantem novas alternativas de serviços para clientes que cansaram das alternativas convencionais. Atendendo a esta demanda, também, surgiu o Banco Neon.

Dando seguimento a nossa série de entrevistas, hoje é a vez de um dos mais promissores empreendedores do Brasil: Alan Chusid. Cofundador e diretor de novos negócios do Banco Neon, o administrador é case confirmado no palco de conteúdo da Gramado Summit.

Chusid tem experiência no mercado de capitais, atuando na Advis Investimentos, além de ser empreendedor deindústrias de tecnologia e alimentos.

Bora conhecer ele melhor?

Cada vez mais as pessoas tem dado credibilidade para as fintechs e os bancos digitais. O Banco Neon surgiu com conta-corrente, diferente dos serviços semelhantes. Por que a escolha pela conta antes de outros serviços, como cartão de crédito?

O Neon foi lançado com o intuito de ser uma solução financeira mais simples do que os bancos tradicionais, além de ser parceiro de seus clientes. Por isso, começamos com a conta digital para dar o primeiro passo dentro da vida financeira de cada cliente e estamos ampliando nosso portfólio de acordo com o crescimento do banco e as necessidades mapeadas. Mesmo para os usuários da conta digital, existe a opção do cartão de crédito virtual, que pode ser utilizado em pagamentos online na forma de crédito, com débito direto em conta.

O que mudou para o Neon depois do lançamento do cartão de crédito?

Após o lançamento do cartão de crédito tivemos um fluxo enorme de pedidos para esse serviço, aumentando também o pedido para abertura de conta. Muitas pessoas aguardavam o cartão de crédito para migrar totalmente para o Neon.

Como se manter nas posições de topo do mercado? O que o Neon busca fazer para continuar tendo credibilidade com os clientes?

O Neon é uma fintech que foi criada para ser uma opção aos bancos tradicionais, trabalhando de maneira mais simples e transparente - são nesses valores que nos apoiamos para continuar crescendo no mercado. Além disso, temos um atendimento focado na experiência do cliente e, através dele, nos aproximamos e passamos confiança para nossos  usuários. 

Você acha que as pessoas ainda tem receio de ser correntista em uma banco digital?

O Neon foi criado com foco em quem está acostumado com ambientes digitais. A maioria de nossos clientes são jovens, que já nasceram com um mindset digital, e confiam em serviços como o nosso, quando comparamos com gerações anteriores. Para muitas pessoas, quando pensam em abrir uma conta, a conta digital se tornou a primeira opção.

Como você enxerga a aceitação do Neon quando foi lançado e hoje em dia?

Tivemos uma grande aceitação quando lançamos o Neon e continuamos no mesmo fluxo - o crescimento contínuo da empresa é um reflexo disso. 

Quem era o Alan antes do Neon?

Sempre busquei soluções mais inteligentes para meu dia a dia, buscando estar por dentro das novidades, mas não tinha ideia como minha vida mudaria depois de um "pequeno problema" no banco tradicional, o qual fez com que o Pedro (CEO) ter a ideia da Controly, empresa antes do Neon. A ideia de desafiar os grandes bancos era um pouco maluca, mas a coragem e o inconformismo de querer algo melhor foi o que nos levou adiante.

Quem é o Alan hoje?

Hoje, acredito que estamos no caminho certo. Tive que atingir um alto grau de maturidade em muito pouco tempo, afinal, lidar com o dinheiro alheio é muito sensível, e qualquer falha pode levar a consequências ruins. Essa maturidade, junto ao desejo de desafiar o status quo, nos motivam a continuar nessa batalha de forma descontraída, animada e muito feliz, sabendo que estamos mudando o mercado e a forma como as pessoas lidam com suas finanças.

Que recado deixa os novos empreendedores?

É importante trabalhar com algo que você realmente acredita - quanto mais atrelado seus valores, mais você passa a valorizar o que está fazendo e batalha por tornar esse sonho uma realidade. É preciso muita dedicação para fazer com que as coisas saiam do papel.




Por
20/04/2018

Assessor de imprensa da Gramado Summit e autor de ficção da Faro Editorial. Iniciou sua carreira na comunicação em 2014, passando pelas editorias gerais antes de chegar à tecnologia.


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