KingHost: tecnologia gaúcha para ganhar o mundo


KingHost: tecnologia gaúcha para ganhar o mundo

Um dos mercados mais difíceis de se manter no topo é o de tech. É preciso muito mais do que um bom produto e conhecimento de mercado: é necessário saber como fazer e onde inovar.

Por isso, a gente fica muito feliz ao perceber que empresas brasileiras, como a KingHost, conseguem trazer tecnologia de ponta para o Brasil enquanto ainda estão despontando no exterior. 

A empresa é uma das marcas referências na hospedagem de sites. E, a receita para uma história de tanto sucesso começa do lado de dentro: a KingHost não só oferece um dos melhores serviços do mercado, mas é um dos melhores lugares do país para se trabalhar por cinco anos consecutivos.

Hoje, nosso blog conversou com Lívia Lampert, do Marketing da marca. Em poucas linhas poderemos entender como a empresa, sediada em Porto Alegre, tem buscado se fortalecer cada vez mais no mercado nacional e internacional.

Bora lá?

A Kinghost é uma das grandes corporações da internet brasileira há bastante tempo. Em um mercado que muda tanto, como se manter em crescimento e destaque?

Lívia: Um dos pilares que sustentam o crescimento da KingHost é o do estímulo à experimentação. É premissa que não tenhamos medo de errar e, para isso, construímos um ambiente que permite e estimula a realização de testes em todas as frentes do negócio: não há verdades assumidas antes de hipóteses testadas. Também contribui com esse mindset a cultura ágil, que hoje permeia não só as áreas de tecnologia da KingHost, mas também Marketing, Recursos Humanos e até áreas de apoio ao negócio.

A missão da empresa é, entre outras coisas, amplificar conexões humanas na Internet. Como manter a marca de aproximar pessoas em uma era onde as ferramentas e as relações se tornaram cada vez mais instáveis?

Lívia: Acredito que as relações se tornem instáveis quando as motivações não são realmente autênticas entre as partes. Na KingHost procuramos nos aproximar e nos conectarmos tanto entre colaboradores como com clientes de forma realmente autêntica, não motivada por preço ou contrato, mas sim por uma identidade transparente e que conecta quem valoriza os mesmos aspectos nos quais a KingHost acredita.

A Kinghost é uma das melhores empresas de TI para se trabalhar no Brasil. De que forma essa harmonia interna ajuda na consolidação da marca da empresa?

Lívia: O reconhecimento como uma das melhores empresas para trabalhar no RS e no Brasil é consequência de um trabalho que acima de tudo valoriza a essência da KingHost: as pessoas. Trabalhar ao lado de indivíduos que, assim como a marca, valorizam as mesmas coisas, colaboram para que tenhamos um sentimento compartilhado de comprometimento e de responsabilidade mútuo sobre os objetivos que queremos alcançar e não permitem deixar de lado a gratidão pelo que já conquistamos.

O mercado de hospedagem de sites tem se tornado cada vez mais concorrido. Como o mercado deve se portar nos próximos anos e de que forma a Kinghost pretende estar no primeiro escalão dele?

Lívia: O mercado de hospedagem de sites possui alta barreira de entrada, pois requer investimentos significativos em hardware e em pessoas tanto para criar, quanto para manter a empresa em níveis de excelência de prestação do serviço. Portanto, não é comum surgirem novos players no mercado. Na realidade a tendência principal é, por meio de fusões e aquisições, o mercado se concentrar cada vez mais em grandes empresas de hosting (tanto nacionais quanto internacionais), cujo portfólio de produtos se torna cada vez mais vasto, para atender a perfis diversos de clientes e suas necessidades. E isso é o que gera a competitividade que vemos hoje, um número relativamente reduzido de empresas neste mercado (se comparado a outros mercados), porém extremamente competitivo.

Na KingHost, buscamos a sustentabilidade da organização e o pioneirismo em soluções para nos mantermos à frente da competição e entre as referências no mercado. A sustentabilidade é conquistada através de uma atenção global à experiência do cliente com os serviços, a um clima organizacional que é referência e através das contribuições junto à comunidade desenvolvedora, que nos permitem trocar experiências e conhecimento com todo o mercado. Já o pioneirismo vem do estímulo à experimentação em todas as frentes do negócio: não há verdades assumidas antes de hipóteses testadas. Procuramos manter as possibilidades abertas em relação a frentes de inovação, às soluções que entendemos atenderem a necessidades do mercado, e testamos com agilidade em busca do que pode mudar para melhor numa experiência.

A Kinghost é empresa de hospedagem de sites com a melhor qualificação no ReclameAqui entre as 5 maiores do Brasil e com o menor número de reclamações registradas. Qual o grande pilar para o alcance desta posição?

Lívia: É o foco na excelência. Buscamos antecipar as necessidades e agir proativamente para evitar problemas com serviços e na experiência de utilização, pois sabemos o quanto um site e serviço de e-mails com alta disponibilidade pode contribuir com melhores resultados para os negócios dos nossos clientes. E quando não é possível antecipar uma dificuldade, nossa posição é de buscar a solução no primeiro contato (ou então com o mínimo de contatos possível). Por isso valorizamos formar um time de atendimento altamente especializado, que não só irá ouvir a dificuldade, mas tem autonomia e conhecimento para solucioná-la de imediato.

De que forma o ideal interno da empresa influencia na vida de seus clientes?

Lívia: Acredito que nossa maior capacidade de influência está em nos posicionarmos como uma empresa que provê não só a infraestrutura tecnológica que permitirá sites e aplicações estarem disponíveis, mas mais conteúdo e conhecimento compartilhado para que estes negócios sejam bem sucedidos online.

Como o mercado de tech deve se portar nos próximos anos, sobretudo no Brasil. Existe algum nicho para o qual vale a pena olhar com mais atenção?

Lívia: Notamos uma convergência entre as empresas de tecnologia de diversos segmentos olhando para a Inteligência Artificial como próxima fronteira. As aplicações da Inteligência Artificial nos negócios já são uma realidade com os chatbots, com o aprendizado de máquina (machine learning), mas há certamente uma escala de utilização em massa que ainda não atingimos e que poderá ser transformadora para a forma como pensamos e agimos nas organizações. Paralelamente, com tanta informação e automação acessíveis, outros segmentos devem ganhar maior atenção, como novas formas de criptografia e segurança devem emergir, infraestrutura robusta e distribuída para processar e tratar todos esses dados, bem como dispositivos de todos os tipos conectados.




Por
27/07/2018

Assessor de imprensa da Gramado Summit e autor de ficção da Faro Editorial. Iniciou sua carreira na comunicação em 2014, passando pelas editorias gerais antes de chegar à tecnologia.


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