O que você faria se tivesse R$ 100 mil?


O que você faria se tivesse R$ 100 mil?

A hora é de mudar o mundo.
Você tem uma ideia.
Desenvolveu-a.
Pensou em tudo.
Só falta alguém para investir.

Esse é o grande impasse de todo negócio disruptivo: encontrar alguém louco o suficiente para embarcar com você em uma empreitada que pode dar certo, sim, mas possui grandes chances de fracassar e não gerar valor nenhum.

Eis, também, as grandes questões.

Você tem certeza que vale a pena?

Você diminui ao máximo as chances de fracasso para não gerar prejuízos a você e a terceiros?

Você está realmente pronto o bastante para não causar danos financeiros a quem está acreditando na sua ideia?

A maioria de nós, novos empreendedores, não sabe exatamente onde está com seu projeto, em que estágio ele se encontra, qual o próximo passo a se dar. Antes de tudo, temos o costume de colocar os pés pelas mãos. Depois, tendemos a achar que o primeiro fracasso é o fim de tudo. Mas as coisas não funcionam assim.

Se existisse um estatuto para se determinar o andamento passo-a-passo de uma startup, o fracasso estaria no artigo primeiro. Mas o ignoramos. Esquecemos de usá-lo para nosso próprio amadurecimento e o encaramos como o princípio do fim. Mais uma vez, damos de cara com o fator mais importante: você realmente acredita na sua ideia?

Um exercício interessante para se fazer mentalmente é o seguinte:

Se você tivesse R$ 100 mil em mãos, para fazer qualquer coisa, o que você faria com esse dinheiro?

Pense um pouco.

Se sua resposta for qualquer uma que não o aporte em sua startup, algo com ela está errado. Buscar o investimento de alguém que acredita no que você tem desenvolvido é importante, sim, mas você investiria em si mesmo? Você realmente está disposto a dar muito do que tem pelo seu projeto?

A zona de conforto é inimiga dos negócios disruptivos. Se você não aposta em você mesmo, que motivo você dá para que os outros apostem também? Se você não é corajoso o suficiente para investir em si mesmo, é hora de parar.

Parar, não desistir.
A hora é de mudar o mundo.
Você tem uma ideia.
Precisa desenvolver.
Precisa pensar em tudo.
Pensou?
Tá tudo certo?
Você acredita nisso como gostaria que os outros acreditassem?




Por
11/10/2017

Assessor de imprensa da Gramado Summit e autor de ficção da Faro Editorial. Iniciou sua carreira na comunicação em 2014, passando pelas editorias gerais antes de chegar à tecnologia.


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