Warren e a missão de criar uma nova geração de investidores


Warren e a missão de criar uma nova geração de investidores

O objetivo de tornar o mundo dos investimentos mais acessível para as pessoas é um caminho longo. E em um um país onde não há educação financeira nas escolas e a relação com o investimento é turbulenta, o desafio se torna ainda maior. Mas, pouco mais de um ano após a liberação das primeiras posições para clientes, a Warren Brasil já conseguiu, vamos dizer assim, dar passos largos. Hoje, a fintech possui 20 mil clientes ativos, 50 mil cadastrados e mais de R$ 200 milhões em custódia.

"A Warren nasceu da nossa vontade de descomplicar as finanças e transformar o hábito de investir em algo simples, mas ao mesmo tempo transparente e seguro. A gente vê que o brasileiro deixa de investir nos seus objetivos de vida por receio de correr riscos ou, simplesmente, por desconhecimento. Por isso, estamos muito felizes com o resultado que conseguimos alcançar neste curto espaço de tempo", afirma o CEO da Warren Brasil, Tito Gusmão.

Os ótimos resultados vieram basicamente por dois motivos.

Primeiro, o empenho da equipe em planejar, construir e colocar no mercado uma solução fácil e intuitiva de investimento, mas que também é eficiente em seus portfólios. A plataforma entrega rentabilidade em alocações inteligentes, independente do valor investido.

"Temos clientes que investem R$ 100 e os que investem mais de R$ 1 milhão. Ou seja, nossos produtos conseguem ser bons e efetivos para todos os públicos, independente do valor que eles tenham disponíveis", ressalta Tito.

O segundo motivo está na atenção à educação financeira. Uma pesquisa realizada pelo Banco Mundial mostrou que apenas 11% dos brasileiros pouparam dinheiro para a velhice em 2017. Sem entrar no mérito se o que se ganha é suficiente ou não, em um lugar onde grande parte da população ainda guarda o dinheiro na poupança por desconhecer ou ter receio de outras formas de investimento, é difícil falar sobre finanças.

Por isso, no ano passado, Tito passou por diversas cidades brasileiras promovendo encontros chamados de Papo de Grana. A ideia era reunir jovens e adultos para falar de dinheiro e planejamento financeiro de uma forma clara e simples.

"A nossa relação com o dinheiro precisa ser mais natural. Porém, é preciso admitir que o mundo financeiro não ajuda muito. É tudo muito complicado, os produtos são uma sopa de letrinhas esquisitas e as plataformas tradicionais não são as mais didáticas", diz o CEO.

Ao longo do tempo, a Warren bateu forte na tecla do conhecimento. Além dos encontros presenciais pelo país, a fintech continua ajudando as pessoas a entenderem o mercado financeiro com o blog Papo de Grana, as lives nas redes sociais e com o canal do YouTube.

"Com a Warren não há a necessidade de ser expert em economia para investir bem, pois a plataforma faz todo o trabalho. Mesmo assim, é superimportante que as pessoas se sintam mais à vontade com o assunto, conheçam e entendam. É por isso que vamos intensificar cada vez mais a produção desse tipo de conteúdo", explica Tito.

Trabalho apenas começou

O segundo ano de vida da Warren está sendo intenso. Não há sinal de comodismo pelos bons resultados do primeiro ano de vida da plataforma. Para seguir caminhando a passos largos na meta de criar de uma nova geração de investidores, a equipe está trabalhando para garantir uma experiência ainda mais confortável para os usuários. Comprou a Pilla, corretora de Porto Alegre, prepara novas features, novos produtos, e outras novidades que virão ainda em 2018.

"Não basta oferecer a menor taxa de gestão do mercado para os clientes. A experiência do usuário, do momento que ele entra na plataforma, até a hora que ele já está investindo precisa ser nada menos que incrível", finaliza.

Como funciona:

Tudo começa com uma conversa rápida. Em poucos minutos, o Warren descobre sua tolerância a risco e o seu perfil comportamental para entender e sugerir os melhores investimentos para as suas metas. Aliás, um dos grandes diferenciais da plataforma é a possibilidade de investir por objetivos e com a possibilidade de fazer um investimento inicial de R$ 100 - valor bem menor que o exigido em outras plataformas e corretoras. Dentro de cada um, você pode fazer transações e ver detalhes como a evolução daquele objetivo específico, sua alocação e histórico de transações.

A taxa de gestão é de 0,5% ao ano sobre os rendimentos, número até quatro vezes menor que o de bancos e corretoras tradicionais. Além disso, investir em produtos próprios da fintech tem taxa zero, o que impede qualquer tipo de conflito de interesse.

Investir com a Warren é tão seguro quanto em bancos e em corretoras: a plataforma é credenciada e fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), aderente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), e ainda possui uma auditoria independente que fiscaliza todos os processos internos, como política de risco, código de conduta e ética.

Vai esperar ainda mais para conhecer? Bora lá agora!




Por
16/07/2018

Assessor de imprensa da Gramado Summit e autor de ficção da Faro Editorial. Iniciou sua carreira na comunicação em 2014, passando pelas editorias gerais antes de chegar à tecnologia.


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